O termo “brainrot”, que se traduz literalmente como “cérebro podre”, é uma expressão usada pela Geração Z para descrever o estado de entorpecimento mental causado por horas a fio consumindo vídeos curtos nas redes sociais. Recentemente, um estudo publicado em junho de 2024 na revista Frontiers in Human Neuroscience, da Universidade de Zhejiang, na China, trouxe evidências científicas que respaldam essa percepção.
A pesquisa analisou a correlação entre o consumo excessivo de vídeos curtos em plataformas como TikTok, YouTube e Instagram e a redução das capacidades cognitivas dos usuários. Os resultados indicam que essa forma de entretenimento pode estar ligada a um declínio significativo nas funções mentais.
Com a popularidade crescente desses vídeos, é essencial que os usuários estejam cientes dos possíveis efeitos adversos em sua saúde mental. A pesquisa sugere que, para preservar as capacidades cognitivas, o consumo de conteúdos deve ser moderado.
O conceito de brainrot ganhou uma nova dimensão com o estudo da Universidade de Zhejiang, confirmando que a compulsão por vídeos curtos pode ter consequências sérias para a cognição. A conscientização sobre as práticas de consumo de mídia é fundamental para evitar os danos à saúde mental.
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