Ted Sarandos, co-CEO da Netflix, viveu uma situação inusitada durante os bastidores da disputa pela Warner Bros. Discovery. Enquanto estava em Washington para reuniões na Casa Branca, um desdobramento inesperado ocorreu: a oferta da Paramount foi oficialmente considerada a melhor alternativa pela Warner.
Os eventos se desenrolaram rapidamente, fazendo com que Sarandos desse sinal verde para o comunicado de desistência da Netflix ainda no prédio do governo ou logo após deixar o local. Essa decisão foi tomada em um contexto de tensão, já que o então presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, havia recentemente criticado a presença de Susan Rice no conselho da Netflix.
A Paramount, sob a liderança de David Ellison, comemorou a vitória na negociação. No entanto, o estúdio se prepara para enfrentar desafios significativos. Especialistas do setor alertam que a fusão poderá passar por um rigoroso escrutínio regulatório e, além disso, demissões em massa podem ocorrer devido à enorme dívida acumulada, que gira em torno de US$ 50 bilhões.
O próximo grande movimento no processo deve acontecer em 4 de março, quando Ellison está convocado a depor na Subcomissão Antitruste do Senado. A expectativa é alta, pois esse depoimento pode influenciar os rumos da fusão.
, o catálogo da Warner Bros. está disponível na HBO Max, enquanto as produções da Paramount fazem parte do Paramount+. A Netflix, por sua vez, continua operando de forma independente, sem as recentes aquisições.
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