Dolly: Um filme de terror com boneca de porcelana impressiona, mas deixa a desejar
Se você é fã de cinema de horror, provavelmente já ouviu falar da Dolly, um filme que aposta no medo clássico das bonecas de porcelana. Mas será que ele traz algo novo ou fica preso em clichês? Vamos conferir as qualidades e os pontos fracos desse lançamento direto do Fantastic Fest 2025.
Dolly é um filme de terror que traz à tona o medo clássico das bonecas de porcelana. A ideia central usa uma figura que parece inocente, mas que esconde algo sombrio. Essa boneca é o foco do suspense, criando uma atmosfera misteriosa e assustadora. O filme investe no clássico horror psicológico, onde o medo vem do que não pode ser explicado com clareza. O uso da boneca Dolly é um símbolo poderoso, pois muitos associam bonecas assim a situações assustadoras ou paranormais.
O conceito do filme mistura elementos tradicionais do terror com uma fotografia que lembra filmes antigos, o que ajuda a dar um ar nostálgico e mais tenso. A escolha por filmar com câmeras 16mm dá uma textura visual que agrada fãs do gênero. Essa decisão artística é importante porque cria um clima mais realista e sombrio, aumentando o medo do espectador.
A história de Dolly busca explorar a ligação entre o medo infantil e o sobrenatural. Ao trazer uma boneca aparentemente inofensiva para o centro da trama, o filme faz o público questionar o que é real e o que é fruto da imaginação. Por esses motivos, o filme atrai fãs que gostam de um terror mais psicológico, baseado na sugestão e no ambientação, em vez de sustos óbvios.
O filme Dolly se destaca pelo seu elenco, que traz atuações intensas e convencem o público. Os atores conseguem transmitir emoção com poucos diálogos, o que torna as cenas mais impactantes. Esse cuidado com a interpretação ajuda a criar uma atmosfera de tensão constante.
Outro ponto forte são os efeitos práticos usados no filme. Eles mostram objetos e cenas reais, sem depender quase nada de computação gráfica. Isso traz mais veracidade e aumenta o medo, pois o espectador sente que aquilo pode acontecer de verdade. Efeitos práticos sempre deixam o terror mais crível e assustador.
Além disso, a escolha da fotografia em 16mm dá uma aparência especial ao filme. Esse tipo de filmagem usado antigamente cria uma textura visual granulada, que combina com o clima sombrio da história. A luz e as sombras são trabalhadas para deixar o ambiente mais misterioso e clássico. Essa técnica ajuda a diferenciar Dolly de outros filmes de terror atualmente.
O roteiro de Dolly apresenta algumas limitações que chamaram atenção. A história usa muitos clichês comuns ao gênero de terror, o que pode deixar o público menos surpreso. Além disso, o desenvolvimento dos personagens é raso, dificultando que o espectador crie uma conexão emocional com eles.
Apesar dos pontos fracos no roteiro, o filme foi exibido no Fantastic Fest 2025, um festival importante para produções de terror. Lá, o público e críticos elogiaram a parte técnica, como a fotografia e os efeitos. Porém, a narrativa repetitiva e previsível recebeu críticas, mostrando que nem tudo agradou.
Essa recepção mostra que Dolly agrada mais por sua atmosfera e visual do que pela trama. Mesmo assim, o filme é interessante para quem gosta de terror tradicional e não se incomoda com histórias já conhecidas. Filmes assim mostram que a técnica pode salvar uma produção, mas um roteiro fraco pode limitar o impacto final.
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