A franquia The Meg pode estar à beira do fim. Os filmes estrelados por Jason Statham, que retratam seu personagem Jonas lutando contra gigantescos megalodontes, começaram em 2018 com a adaptação do livro Meg: A Novel of Deep Terror, de Steve Alten. O primeiro filme, dirigido por Jon Turteltaub, foi um sucesso estrondoso, arrecadando $529 milhões com um orçamento de aproximadamente $175 milhões.
O segundo filme, The Meg 2: The Trench, lançado em 2023 sob a direção de Ben Wheatley, faturou $398,5 milhões com um orçamento menor, em torno de $140 milhões. Isso traz o total da franquia para quase $1 bilhão. Contudo, a possibilidade de um terceiro filme ainda não foi confirmada.
Recentemente, o The Direct conversou com Ben Wheatley durante a promoção de seu novo filme Normal no SXSW. Ele comentou sobre a sequência de The Meg, revelando que não sabe se um novo filme está em desenvolvimento. Wheatley disse: “Estou certo de que o Meg está por aí, nadando. Há uma sombra massiva e escura no mar. Mas não sei o que está acontecendo com um terceiro filme.”
Ele também compartilhou uma ideia humorística para a sequência: “O que eu quero fazer é ter o Meg sendo pesquisado para fins militares, e ele sai da água, com pernas.” Essa abordagem inusitada poderia dar um novo rumo à franquia.
Com diretores diferentes à frente dos filmes, é possível que um terceiro longa-metragem esteja sendo desenvolvido sem a participação de Wheatley. No entanto, a equipe de produção pode estar hesitante em apressar a sequência devido ao desempenho em queda nas bilheteiras. Meg 2: The Trench não foi um fracasso, mas se considerarmos que os filmes costumam precisar arrecadar duas vezes e meia o valor do orçamento para serem considerados lucrativos, o filme precisaria superar $350 milhões para se manter viável. Ele ultrapassou essa marca em $50 milhões, tornando-se o 19º filme mais lucrativo de 2023, superando títulos como Indiana Jones e a Última Cruzada e Creed III.
Entretanto, se The Meg 3 tiver um custo similar e continuar a tendência de queda nas bilheteiras, pode acabar arrecadando apenas $300 milhões, o que não seria suficiente para cobrir os custos. Reduzir o orçamento é praticamente inviável, considerando os altos custos de efeitos especiais necessários para trazer um tubarão pré-histórico à vida nas telonas.
Para evitar resultados negativos, os produtores podem estar planejando esperar mais tempo entre os lançamentos de The Meg. Isso ajudaria a aumentar a expectativa para uma terceira parte e evitar que ela enfrente os mesmos desafios que o segundo filme. No entanto, isso implicaria um intervalo de pelo menos mais três anos antes de um novo filme estrear.
Outro fator que pode influenciar essa decisão é a possibilidade de uma revitalização do interesse pelos dois primeiros filmes, especialmente quando o primeiro filme encontrar um novo lar no streaming. Enquanto Meg 2 está disponível no HBO Max nos Estados Unidos, o filme original ainda não está acessível em plataformas de streaming gratuitas ou por assinatura.
A franquia The Meg enfrenta um futuro incerto, com a possibilidade de um terceiro filme ainda não confirmada. Enquanto os dois primeiros filmes tiveram sucesso financeiro, os desafios de bilheteira e a necessidade de um orçamento elevado podem impactar a produção de uma sequência. A espera por um novo filme pode ser uma estratégia para aumentar o interesse do público e revitalizar a franquia.
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